terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Apresentando a vocês eu Flávio Antônio Caribé Peixoto!
olá sou um cara que gosta de escrever coisas q dizem ser bonitas e chamam de poesia mas são apenas uma pequena parte de meu amago aqui vai uma das mais recentes e a primeira que vou publicar espero sinceramente que gostem!


o cinza para sempre continuara no lugar, os nuances de cor nada são alem de mentiras e torturas provocadas pelo trágico destino dessas asas negras... as correntes jamais serão soltas, não existe um único instante de real felicidade, tudo q resta é esse triste e solitário fim de viver nesse mundo deserto... meu coração já é um imenso vazio... nada do que eu fizer pode mudar isso... apenas devo com o vento passar e caminhar arrastando essas correntes nesse mundo de dor feridas e solidão...

                                                                         
By: Flávio Antônio C. Peixoto

Ok me animei e vou postar mais uma!


Tempo, palavra forte mas sem nenhum sentindo real... Falso conceito... As vezes o tempo é eterno... A dor dilacera e quebra... O mundo não tem pena de ninguém... Não existe um jeito fácil de dizer algumas coisas... Meu maior pecado é não conseguir esconder essa dor... Solidão velha amiga minha porque insiste em não me deixar?... Porque insiste em me quebrar ao meio cada vez mais forte?... Quer que
 eu não consiga mais me consertar?... Asas malditas sejam ai estão só por estar, pois não me deixam nunca voar... saudades da época em que tudo era simples e voava eu pelos céus... Pedir demais é mesmo o maior dos pecados... Sempre pedi muito pouco e em troca sempre não ganhei nada... É só mais uma vez um castigo que me vem e corta ao meio sempre que reaprendo a sorrir... é mesmo parte da maldição sempre em lagrimas meu rosto estar... E tudo cinza de novo esta... mas não a nada que eu possa fazer... Novamente tentei com tudo e fui recompensado com o nada... Só espero que algum dia a dor pare e o vazio pare de sugar o que a de melhor em mim... por que sei que sem você a luz não voltara ao mundo... perdi as chaves dessa prisão... e agora é tarde tarde demais pra eu não chorar de novo pois dessa vez eu sei que perdi... por mais que eu me levante sei que sempre essa dor vou carregar pois perdi o único amor que já tive...
                                                   
                                                   
 By: Flávio Antônio C. Peixoto